Este blog foi criado com o objetivo de expor os textos produzidos pelos alunos da 5ª série(6º ano) da Escola Núbia Maria Mangabeira Guerra durante as aulas de Língua Portuguesa. Porém, com o passar dos anos, ele foi ampliado para postagens dos alunos do EJA III e IV, 7º , 8º e 9ºano . Com a divulgação destes textos proporcionaremos maior funcionalidade às produções e maior interatividade entre os alunos e entre professores e alunos.



Fique a vontade para comentar!!!!

domingo, 8 de abril de 2012

As fantásticas resenhas do escolar




No escolar é muita resenha!!!
A gente brinca, ri e se diverte. Às vezes, tem briga e, as vezes, a gente bagunça.
Um dia, nós começamos a gritar com todo mundo que passava, pelo escolar. Neste mesmo dia, cantamos várias musicas como: “Descendo na boquinha da garrafa” e “Quem comeu caruru?”.
E o motorista? Quando vai fazer as curvas, vai tão depressa que joga todos para o lado. Quando passa no quebra-molas, o impulso é tão grande que todo mundo e até ele pula.
Ele reclama da nossa bagunça, mas ele gosta!!!
Tanto para entrar, quanto para sair é um empurra-empurra. E, o coitado do motorista já fica nervoso, pois vai ter que nos buscar na hora da saída e vai começar tudo outra vez.
Thaynná Santos
Railane Duraes Souza

Surra de corda



Nunca me esqueci do dia em que levei uma surra de corda que até saiu sangue.
Minha mãe me mandou ir pegar água para molhar as plantas, e eu, tirado a valentão, não fui.
Minha mãe disse:
- Eri tu vai buscar água logo!
Eu respondi:
- Quero ver.
Minha mãe falou:
- Pera ainda moleque, que tu vai!
Avançou para cima de mim e eu corri, corri, até que cansei.
Quando eu parei, já estava no meio da estrada, minha irmã me pegou pelo braço e minha mãe foi me batendo até chegar em casa, na minha casa.
A surra foi tão grande que quando olhei para o meu joelho, estava saindo sangue.
Isso sim que é uma surra de corda!!!
Isso tudo serviu para eu aprender a não desrespeitar aos pais.
Erisvaldo Silva Pereira
Samuiel S. dos Santos

A menina que morreu afogada


Era um dia de segunda feira, estava chovendo e uma escola de Jacobina resolveu visitar uma cachoeira que fica perto do lugar onde moro.
Entre os alunos, tinham duas meninas que estavam mais eufóricas para ver a cachoeira de perto e foram logo sentar em uma pedra perto da água. O rio encheu e elas foram levadas pela
correnteza.
O motorista do ônibus estava perto e conseguiu pegar uma delas, mas a outra infelizmente não teve a mesma sorte.
Depois de um tempo, a água jogou o corpo da menina para fora e todos ficaram desesperados. Depois, a ambulância veio e levou o corpo da menina
.
Gabriel de Jesus

Meu medo




Certa vez, eu soube que iria ter o show da Stephanie no clube da AABB de Jacobina. Eu e minhas primas nos arrumamos e fomos para o show.
Quando chegamos ao clube, eu falei:
- Tia eu posso ir para frente do palco? - Minha tia falou:
- Pode ir, mas não demore.
Quando cheguei lá na frente do palco, começou a chover. Minha tia esqueceu que eu estava longe e foi para outro lado a procura de um lugar com cobertura.
Na hora que a Stephanie começou a cantar, as pessoas que iam passando começaram a me empurrar, então percebi que estava perdida e comecei a chorar desesperada.
Dois minutos depois, encontrei a minha tia que já estava super preocupada comigo. Então continuamos assistindo o show. Esta foi uma noite de muitas emoções.
Maria Clara Rios P. S. Nunes
Iasmim Oliveira Cerqueira

O bote da cobra



Quando eu tinha dois anos, saí para brincar e dei de cara com uma cobra. Quando ela me viu, se
enrolou para me dar o bote.
Minha mãe, de dentro de casa e sem saber do risco que eu corria, estava chamando meu nome:
- Éric.
E eu nada de responder.
Quando ela saiu na porta e viu a cobra toda enrolada e preparada para jogar o bote, foi chamar minha vó para matar a cobra. Minha vó pegou um pau e bateu na cabeça da cobra até matá-la.
Depois deste dia, minha mãe passou a ter mais cuidado comigo e nunca mais deixou me brincar sozinho do lado de fora da casa.
Éric Nascimento da Conceição

O menino do cavalo




Muitas pessoas do Rio Grande do Sul contam a história de um menino negro que trabalhava como escravo para um fazendeiro.
Um dia, quando estava cuidando dos cavalos no campo, perdeu os animais.
Como castigo, foi surrado e depois jogado ainda sangrando em um formigueiro, ficando lá até morrer.
Hoje, ele é visto cavalgando pelo posto e ajudando quem lhe acende uma vela para encontrar objetos perdidos.
Agnailda Silva dos Santos

22 de setembro



Certo dia, eu fiquei só em casa, porque a minha ame tinha saído e o meu pai tinha ido à praça com os amigos.
Estava tendo a impressão que alguém tivesse me vigiando, me olhando a todo instante. Fechei a
porta, peguei uma coberta e me envolvi dos pés até a cabeça, mas o meu medo só aumentava.
A torneira da cozinha ficava pingando água e eu ficava ouvindo a zoada da água caindo na pia.
Era como se tivesse alguém abrindo a torneira. Eu já estava urinando de tanto medo, quando os meus pais chegaram e tudo voltou ao normal. E em paz fui dormir.
Josimeire Rocha
Rivadavia Amorim